7.8.06
das maquetas VIII
Das maquetas e dos desenhos de arquitectura "bonitinhos" não reza a história do que existe arquitectonicamente construído, falem com o Gaudí, ele saberá responder melhor a isto.
Meus queridos, se querem ser arquitectos vão para as obras partir pedra! Quem lá está não percebe pêva dos desenhos que provavelmente também o sr. ou sra. candidato(a) a arquitecto(a) também não percebe!
Meus queridos, se querem ser arquitectos vão para as obras partir pedra! Quem lá está não percebe pêva dos desenhos que provavelmente também o sr. ou sra. candidato(a) a arquitecto(a) também não percebe!
das maquetas VII
Sou boa em deixá-las mal amanhadas, mal cortadas, despedaçadas, com as curvas de nível com rasgos! Bolas uma maqueta é só um instrumento de trabalho não é nenhum stand de vendas!
das maquetas VI (ou dos seus "dinhos")
Não sei fazê-las bem corta"dinhas", bem cola"dinhas" , bem visto"zinhas", bem apruma"dinhas", bem exacta"zinhas", bem boni"tinhas".
das maquetas V
Calcular bem a quantidade de cartão que precisa, para além dos preços estarem pela hora da morte (nada de gastos supérfluos) se levar a menos vai faltar em algum sítio.
das maquetas IV
Nunca se esquecer que nem tudo o que entra consegue sair! Não é só uma questão de dimensão! Note-se que uma dimensão que entra ao alto por vezes já não poderá sair ao baixo! Convém que fique tudo muito bem coladinho, nada de cuspo!
das maquetas III
Calcular bem os sítios onde precisa mesmo de deitar cola, senão arrisca-se a gastar uma pipa de massa em cola para além de aumentar o peso próprio da maqueta!
das maquetas II
Calcular o peso exacto até onde os nossos braços as conseguem transportar! Se a maqueta não estiver completa a culpa é da compleição física do "artista"!
1.8.06
aqui não se fala de arquitectura
Os projectos têm a obrigação de obedecer enquanto o arquitecto esquarteja a terra como lhe apetece?
da educação dos projectos
Não sei o que é ter filhos mas cada vez que me nasce um projecto sinto-o como um filho ingrato, mal educado, com dificuldades em andar e a precisar de botas ortopédicas por todo o lado. Este sendo incapaz de se governar sozinho teima sempre em autonomizar-se. Cada vez que relaxo lá vem ele e espeta-me os braços para fora das janelas, despenteia-se, agride os vizinhos, ingere porcarias e arma-se em bom quando ainda está cheio de defeitos. E cada vez que o reeduco nunca sei se o faço melhor do que na primeira vez.
Empty Spaces
(...)What shall we use
To fill the empty spaces
Where we used to talk?
How shall I fill
The final places?
How should I complete the wall.
in Empty sapces, The wall, Pink Floyd
that's my problem
(...)I can't tell when I'm
Not being real
(...)And our homeless dreams
Go back to the street
Another time or place
Another civilization
(...)Dreaming man
He's got a plan.
in Dreaming man, Canadian Amp EP; Neko Case
Not being real
(...)And our homeless dreams
Go back to the street
Another time or place
Another civilization
(...)Dreaming man
He's got a plan.
in Dreaming man, Canadian Amp EP; Neko Case
28.7.06
Indian Palace
Comemorar um jantar de anos num restaurante Indiano não é equiparável a fazê-lo num palácio Indiano. Aqui temos acesso a menos luxo e os Indianos que lá estiverem (se os houver) são de castas mais baixas, muito longe dos exuberantes rajás. As indianas com aqueles ventres à mostra, e com uma pinta na testa também não lá estarão. Mas se se deslocarem às imediações das zonas de serviços, às cozinhas, poderão encontrar indianas a preparar as comidas carregadas de especiarias.
Na verdade este restaurante para ostentar o nome de Indian Palace teria de pelo menos nos fazer chegar à India através da cozinha que faz! Com a despropositada mistura de comida Indiana e de comida Italiana chegamos à conclusão que este é mais um daqueles restaurantes como os chineses onde o que conta é mesmo vender qualquer coisa. Até pensámos antes de ver a lista (como no chinês ostenta um número para não haver enganos) que esta comida Italiana teria uma inovação, como por exemplo uma plausível pizza de caril.
Quando a comida chegou o empregado que serve à mesa em vez de se referir às "coisas" pelos números ou nomes equivelentes em português, fê-lo em Indiano, claro está que esteve especado alguns minutos à espera que todos decifrassem o que tinham pedido.
Como estavamos a comemorar um aniversário o que menos importava era a comida, esta chegou mesmo a ser deixada no prato pela maioria, que incauta não conseguia perceber porquê tão doces estes pratos, quando ainda nem tinham chegado à sobremesa.
O arroz basmati tinha um leve travo a mofo ou ranso, não sei, qualquer cheiro a "antigo".
E os empregados tinham um problema qualquer de visão, audição ou atenção, quando os chamávamos só lá iam se lhes apetecia, ao fim de muito braço levantado.
Tudo isto seria pouco suportável se não estivéssemos nos anos da minha querida amiga "gaja boa" . Os convidados mais "fraquinhos" foram abandonando o grupo, e pouco a pouco eu também fraquejei e tive de me recolher. Pois é assim a vida de aluna que foi enviada para setembro para acabar projecto.
alegações finais: " gostei muito, tu és uma grande amiga. E tudo te correrá bem vais ver!"
Na verdade este restaurante para ostentar o nome de Indian Palace teria de pelo menos nos fazer chegar à India através da cozinha que faz! Com a despropositada mistura de comida Indiana e de comida Italiana chegamos à conclusão que este é mais um daqueles restaurantes como os chineses onde o que conta é mesmo vender qualquer coisa. Até pensámos antes de ver a lista (como no chinês ostenta um número para não haver enganos) que esta comida Italiana teria uma inovação, como por exemplo uma plausível pizza de caril.
Quando a comida chegou o empregado que serve à mesa em vez de se referir às "coisas" pelos números ou nomes equivelentes em português, fê-lo em Indiano, claro está que esteve especado alguns minutos à espera que todos decifrassem o que tinham pedido.
Como estavamos a comemorar um aniversário o que menos importava era a comida, esta chegou mesmo a ser deixada no prato pela maioria, que incauta não conseguia perceber porquê tão doces estes pratos, quando ainda nem tinham chegado à sobremesa.
O arroz basmati tinha um leve travo a mofo ou ranso, não sei, qualquer cheiro a "antigo".
E os empregados tinham um problema qualquer de visão, audição ou atenção, quando os chamávamos só lá iam se lhes apetecia, ao fim de muito braço levantado.
Tudo isto seria pouco suportável se não estivéssemos nos anos da minha querida amiga "gaja boa" . Os convidados mais "fraquinhos" foram abandonando o grupo, e pouco a pouco eu também fraquejei e tive de me recolher. Pois é assim a vida de aluna que foi enviada para setembro para acabar projecto.
alegações finais: " gostei muito, tu és uma grande amiga. E tudo te correrá bem vais ver!"
26.7.06
I just can't walk the line
É provável que as botas ortopédicas tivessem que ser calçadas noutro sítio que não nos pés. Pode ser que inventem um ortopedista para o cérebro!
da falha
Há gente muito boa a prever a queda, põe almofadas por todo lado para, se mesmo assim houver um erro de trajecto, conseguirem amortecer a queda e não chegar a fazer almogadelas interiores. Podem danificar o capôt e alguma folha da carroçaria, mas dentro tudo permanecerá intacto!
eu tinha de dizer isto
A gaja boa tem um trabalho muito bom, o que se passa é que a gata borralheira quando vai ao baile ter com o príncipe vai adequadamente vestida, claro que teve a ajuda da varinha de condão da fada madrinha! Gaja boa, amiga, sabes que não tens fada madrinha, que te mataste a lavar os cantos à casa este ano inteiro, mal tiveste tempo para respirar, com oito cadeiras para fazer, só tens de pensar que, se eventualmente tiveres de ir a setembro, só tens de acabar o trabalho. Não há nada de errado contigo!
da pornografia na arquitectura III
Fico feliz por saber que a FAUTL não está completamente contaminada por esse grande "monstro" que nos cega e seduz reduzindo a nossa capacidade de percepção e de pés no chão, que se chama pornografia na arquitectura. Imagens tridimensionais, quase etéreas, imatéricas, imaculadas, sem terra, nem lama, e nem barro de trabalho, consequentemente tão frágeis como o papel onde se apresentam. Cada esquina minuciosamente bem pensada para ficar bem em cada retrato onde está congelada. Enfim uma verdadeira vedeta manipulada pelos managers que a empunham orgulhosos da sua mini-casa-de-alterne.
25.7.06
da desorganização VII
Um dia disse a um professor de teoria da faculdade que "se calhar as próprias pessoas é que deviam fazer as suas casas!", obviamente que este respondeu que "não, as pessoas nunca saberão o que querem nem como fazê-lo!" . Pois ainda tenho dúvidas em relação a este argumento, desacredito completamente na arquitectura! A maioria anda por aí a brincar com as sombras projectadas pela volumetria sobre a composição esmerada de alçados.
da desorganização VI
Reconheço que não tenho estaleca para trabalhar 17h por dia, em média, ser mal paga, e mal tratada pelas pessoas, que nem percebem o trabalho inglório que é fazer arquitectura. É provável que os arquitectos também sejam os primeiros a assassinar o seu próprio trabalho. Pois bem, como for, não me presto a tanto, o curso foi uma pequena amostra e já fez mossa suficiente!
da desorganização V
Devo certamente muita coisa à faculdade, mas não creio que se soubesse como isto era que tivesse enveredado por este "monstro triturador".
da desorganização IV
E ao fim de cinco anos arrependo-me profundamente de ter escolhido este curso! A culpa foi toda minha, o inferno foi eu que o escolhi, mereço a minha cruz. Gastei tempo, dinheiro, e acelerei o meu processo de degradação psicológica. Quando acabar os estágios sanguessugas pouso o rato, as canetas, as lapiseiras, os lápis, os vegetais, as folhas e largo tudo! É um compromisso que tenho comigo desde que regressei ao curso de arquitectura. Não quero mais nada com a arquitectura, isto não é vida para ninguém!
da desorganização III
E na nossa "querida" FAUTL para além de cinco anos martirizantes e caros ainda nos obrigam a largar mais um ano de propina máxima por um estágio académico que dura seis meses, não remunerado, com a obrigatoriedade de relatório final. Claro que um aluno que se matou a trabalhar até aqui de repente apetece-lhe não fazer o estágio e não terminar o curso!
da desorganização II
É ao fim de cinco anos que a maioria acorda e nota que sofre as conseguências de um martírio com graves consequências físicas e psicológicas. Nota que parte da sua vida no mundo sofreu uma grave interrupção. Conseguir reanimar-se será uma vitória.
da desorganização
Nesta balbúrdia que é a FAUTL sobreviver cinco anos seguidos (o que não é o meu caso) sem interrupções, chumbos e sobretudo com alguma sanidade mental é um grande feito. E a esses sim deveríamos erguer uma estátua.
24.7.06
conceito cigano
Sábado dia 29 de Julho das 17h às 21h haverá um mercado onde os selvagens capitalistas, que partilham um atelier, vão mostrar o que valem no que dizem saber fazer, excusado será dizer que destes os poucos que fazem arquitectura não poderão vender o seu produto! Ainda não conseguimos um modo de vender a coisa à unidade, ao metro, nem ao quilo!
Mas não sendo completamente incompetentes noutras áreas prometem dedicar-se à culinária (enquanto uns fazem outros ajudarão)e à música (ou ao ruído, é subjectivo). Os outros que não são arquitectos (diga-se que hoje neste atelier representam a maioria!) "só têm" que vender o seu produto, entre estes vender-se-á roupa (em saldo e não em segunda mão!) e livros de uma artista/fotógrafa/designer-web. Só não podem levar os quadros da nossa arquitecta pintora porque ela não estará cá, e não sabemos quais estão à venda.
Isto tudo porque os trafulhas dos mercadores portugueses nunca se deveriam ter dedicado à alta finança, há países mais organizados que o fazem bem. Nós só sabemos ser trafulhas descarados, barulhentos, e desorganizados.
A morada será divulgada em breve neste blog .
Mas não sendo completamente incompetentes noutras áreas prometem dedicar-se à culinária (enquanto uns fazem outros ajudarão)e à música (ou ao ruído, é subjectivo). Os outros que não são arquitectos (diga-se que hoje neste atelier representam a maioria!) "só têm" que vender o seu produto, entre estes vender-se-á roupa (em saldo e não em segunda mão!) e livros de uma artista/fotógrafa/designer-web. Só não podem levar os quadros da nossa arquitecta pintora porque ela não estará cá, e não sabemos quais estão à venda.
Isto tudo porque os trafulhas dos mercadores portugueses nunca se deveriam ter dedicado à alta finança, há países mais organizados que o fazem bem. Nós só sabemos ser trafulhas descarados, barulhentos, e desorganizados.
A morada será divulgada em breve neste blog .
increase your traffic!
Pornografia é a palavra chave! Parece que o meu blog anda com a fama de blogporno! Depois de tanta imagem e pouca arquitectura, é natural que este se tenha tornado numa espécie de montra libidinosa.
no trilho da arquitectura
(...)I like the fact that roads and montains are common
(...) The place is as far as the eye can see
(...)The place(...) is found by walking.
(...)
A walk expresses space and(...)
the knowledge of it can live
in the imagination of anyone, and that
is another space too.
A walk is just one more layer, a mark, laid
upon the thousands of another layers of human
and geographic history on the surface of the
land. Maps helps to show this.
A walk traces the surface of the land,
it follows an idea, it follows the day
and the night
A road is the site of many journeys.
The place of a walk is there before the
walk and after it.
(...)
It's a new walk again.
in Five Six pick up sticks, Richard Long
(...) The place is as far as the eye can see
(...)The place(...) is found by walking.
(...)
A walk expresses space and(...)
the knowledge of it can live
in the imagination of anyone, and that
is another space too.
A walk is just one more layer, a mark, laid
upon the thousands of another layers of human
and geographic history on the surface of the
land. Maps helps to show this.
A walk traces the surface of the land,
it follows an idea, it follows the day
and the night
A road is the site of many journeys.
The place of a walk is there before the
walk and after it.
(...)
It's a new walk again.
in Five Six pick up sticks, Richard Long
o corpo não mora aqui
Jacques Tati, PlaytimeEstava ontem na fnac a folhear o anuário da arquitectura portuguesa quando me apercebo de que há arquitectos verdadeiramente empenhados em fazer design compositivo nas diferentes peças desenhadas, onde se projecta um objecto que se pretende, real, tridimensional e habitável por gente. É ver as esquinas dos vãos a alinhar-se com as esquinas de outros elementos de fachada. E é sempre a mesma tentativa da mão a percorrer o espaço... e o corpo que carrega o espírito depois para onde vai?
21.7.06
Amnésia
Falar mal dos Países que hoje têm o poder de "mandar no mundo", é esquecer-se da imbecilidade de um dia termos dividido o mundo em duas partes uma para os nossos pais (erradamente chamamo-lhes de hermanos!) outra para nós.
Não há por aí capacetes que revistam o nosso interior?
Os capacetes servem para nos proteger dos impactos exteriores, porque é que ainda não inventaram uma porcaria de um capacete para revestir o nosso interior. Qualquer porcaria que separe o nosso eu do nosso estar no mundo! Cientistas, especialistas em porcarias que servem para tudo e para nada, investiguem as pessoas que vivem como se nada fosse com elas, pode ser que entre elas e o elas que está no mundo exista uma camada de pedra.
da pornografia na arquitectura II
No google as arquitectas da felicidade não são bem tipas que desenham rectas, e curvas, são tipas que se servindo de curvas próprias são capazes de elevar rectas.
A cada um o seu inferno II
Eu tenho a convicção de que se fosse permitido a algumas pessoas com cargos importantes, ou simplesmente com complexos de superioridade, devolver aqueles que para a sua infelicidade não conseguem ser mais uma peça nessa enorme engrenagem e monstro triturador banalmente chamado de sociedade, o sr. Cash estaria num monte isolado, aliás como imbecilmente se trata todos aqueles que tememos por terem algo desconhecido ou contagioso.
A cada um o seu inferno
mecanicamente executamos
desenhamos com as regras "geométricas" e limitadas pelo rato
fechamo-nos entre um teclado e um ecrã
fechamo-nos para o sol, para o ar, para o movimento
as mãos doem-se, magoam-se a si próprias no seu movimento
o rato move-se mil vezes em nós , torna-se a nossa extensão
é um nosso membro como um braço
e embora se movimente para além do espaço onde é retido pela mão
e pelos limites da mesa,
expande-se sobe, desce, faz rodar o mundo "imagem"
e nunca mais chega ao fim
e o movimento perpetua-se, já está marcado no corpo
já faz parte de nós
no fim esforçamo-nos para que inversamente aos
computadores nos contentemos em não
conseguir executar "undos" na nossa vida
desenhamos com as regras "geométricas" e limitadas pelo rato
fechamo-nos entre um teclado e um ecrã
fechamo-nos para o sol, para o ar, para o movimento
as mãos doem-se, magoam-se a si próprias no seu movimento
o rato move-se mil vezes em nós , torna-se a nossa extensão
é um nosso membro como um braço
e embora se movimente para além do espaço onde é retido pela mão
e pelos limites da mesa,
expande-se sobe, desce, faz rodar o mundo "imagem"
e nunca mais chega ao fim
e o movimento perpetua-se, já está marcado no corpo
já faz parte de nós
no fim esforçamo-nos para que inversamente aos
computadores nos contentemos em não
conseguir executar "undos" na nossa vida
20.7.06
Ceder a alma
Quando é que eu vou conseguir controlar-me e pormenorizar um "cagalhão" até à exaustão de se ver um resto de alface mal triturada!
Desisti dos relógios, das agendas, dos despertadores, dos calendários, dos prazos
Deve haver algum problema motor com a minha pessoa, nunca me consigo cronometrar pelas horas instituídas. Parece que o sol e o comum dos animais também não!
da falha
Atento a que o aspecto do que escrevia traduzisse bem o
movimento vivo da sua mão e não se desfigurasse,
perdendo a sua alma e força de expressão,
(...) numa forma que a pouco se aperfeiçoava(...)
A seguir a sua atenção dispersou-se, deixou-se levar e
passou a qualquer coisa nova.
(...) transforma-se inteiramente em música,
não pela sua ressonância exterior e sensível,
mas pela impetuosidade
e potência do seu movimento interior.
(...) sentia que não era ele que fazia o essencial
do seu trabalho mas qualquer coisa de mais alto que
o dominava
e dirigia
(...) o descontentamento íntimo e o
sentimento da sua própria insignificância
abandonavam-no por algum tempo.
in "O doutor Jivago", Boris Pasternak
movimento vivo da sua mão e não se desfigurasse,
perdendo a sua alma e força de expressão,
(...) numa forma que a pouco se aperfeiçoava(...)
A seguir a sua atenção dispersou-se, deixou-se levar e
passou a qualquer coisa nova.
(...) transforma-se inteiramente em música,
não pela sua ressonância exterior e sensível,
mas pela impetuosidade
e potência do seu movimento interior.
(...) sentia que não era ele que fazia o essencial
do seu trabalho mas qualquer coisa de mais alto que
o dominava
e dirigia
(...) o descontentamento íntimo e o
sentimento da sua própria insignificância
abandonavam-no por algum tempo.
in "O doutor Jivago", Boris Pasternak
morrer nascendo
"(...) privilégio agonizante é
sentir-se a si próprio(...)
E como é que (...) se sente?
(...) sinto uma única coisa, (...)uma única convicção;
que se senta em três cadeiras do céu.
Por vezes olho para ela aterrorizado;
é uma acrobata tão perfeita!
As três cadeiras são três factos- ela vai
rapidamente escorraçá-las debaixo de si
e manter-se no ar;
e (porque toda a gente ficará desiludida)
toda a gente vai aplaudir.(...)
sobre um milhão de faces VAZIAS,
(...)ela oscila(...) sobre três coisas(...)
sou Artista, sou um Homem, sou um Fracasso
(...) pode impensar e desacreditar
e desconhecer
(...) e pode sentir"1
1 in "eu:seis inconferências" ; conferências Charles Eliot Norton
1952-1953" , e.e. cummings
sentir-se a si próprio(...)
E como é que (...) se sente?
(...) sinto uma única coisa, (...)uma única convicção;
que se senta em três cadeiras do céu.
Por vezes olho para ela aterrorizado;
é uma acrobata tão perfeita!
As três cadeiras são três factos- ela vai
rapidamente escorraçá-las debaixo de si
e manter-se no ar;
e (porque toda a gente ficará desiludida)
toda a gente vai aplaudir.(...)
sobre um milhão de faces VAZIAS,
(...)ela oscila(...) sobre três coisas(...)
sou Artista, sou um Homem, sou um Fracasso
(...) pode impensar e desacreditar
e desconhecer
(...) e pode sentir"1
1 in "eu:seis inconferências" ; conferências Charles Eliot Norton
1952-1953" , e.e. cummings
aplicabilidade da Sociologia
"(...) horrível
apoteose de mediocridade
(...)salvação implacável de todos através
do assassínio de cada um.
(...) muitos fantoches
(...) por toda a parte, e em qualquer parte(...)" 1
1 in " eu: seis inconferências; conferências Charles
Eliot Norton 1952-1953" , e.e. cummings
apoteose de mediocridade
(...)salvação implacável de todos através
do assassínio de cada um.
(...) muitos fantoches
(...) por toda a parte, e em qualquer parte(...)" 1
1 in " eu: seis inconferências; conferências Charles
Eliot Norton 1952-1953" , e.e. cummings
"(...)Um herói é igual a um idiota que teve medo de ousar responder não."1
"(...)não é nenhum jardimsuspenso espiritual: está dentro de vós(...)enquanto um mundo se ergue para cair, um espírito desce para se elevar" 1
1 in "eu: seis inconferências; conferências Charles Eliot Norton
1952-1953" ; e.e.cummings
1 in "eu: seis inconferências; conferências Charles Eliot Norton
1952-1953" ; e.e.cummings
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