Bob Dylan - Cold Irons Bound
10.11.06
9.11.06
8.11.06
31.10.06
Psicose social
A vida para a maioria das pessoas sãs é sempre um valor a defender! Não ponho porém a mão no fogo por toda a gente! Psicopatas, gente fútil, indigentes, basicamente anormais sempre os houve por todo o lado! Mas então aí extrapolaríamos a discussão para a capacidade racional, afectiva, e educativa que já deveria ter sido adquirida apriori na formação, crescimento, criação e educação de um ser humano.
Se partimos do princípio que esta lei viria a alargar o leque de pessoas que nunca antes teriam posto a vida de um seu futuro filho em causa então aí deveríamos intervir não colocando um polícia à porta de cada bloco operatório nos serviços de urgência ou mesmo nos centros de saúde, não atirando pedras a todas as mulheres que se soube publicamente 1 terem abortado, mas sim intervindo na base da nossa condição trituradora portuguesa contemporânea, onde os familiares se demitem permanentemente da criação 2; onde se julga que as pessoas deveriam passar ainda mais tempo e durante mais anos enfiados no trabalho e na escola, em última análise atirados para consigo próprios; onde se incentiva indirectamente quem não tem filhos e se penaliza quem decide ter uma família numerosa 3.
Na prática o que acontece, ao não despenalizarmos o aborto até às dez semanas (para quem não sabe para além de não existir um método contraceptivo que seja 100% fiável, embora a margem de falha seja cada vez menor, as 10 semanas correspondem a dois períodos menstruais atrasados, o que às vezes acontece às mulheres, sem que estas estejam necessariamente grávidas,por amenorreias, quistos ou outros motivos de saúde) ,é que aquelas a quem vamos nós sociedade (retrógada, mesquinha, beata, levianamente castigadora do imaginado modus vivendi dos outros,que psicoticamente acreditamos que o outro nunca terá capacidade nas escolhas da sua vida, mas esquece-se que para o outro nós é que somos o outro, logo nós também não temos capacidade de decisão), vão quer mude ou não mude a lei continuar a ir hipócritamente a madrid abortar e quiçá um pulinho às compras.
Os médicos que trabalham nos serviços de urgência que todos os dias recebem estas mulheres com graves hemorragias têm de algumas vezes comunicar duas mortes aos seus familiares, o óbito da mulher e o do respectivo feto. Como se não bastasse o sofrimento de ter abortado as que sobrevivem ainda recebem o castigo "divino" da infertilidade, ou de outro tipo de problemas físicos,isto sem mencionar as condições psicológicas em que estas ficam. Pela desinformação, pelo medo, pela falta de apoio e ajuda, ou mesmo pela pressão "beata" do meio social e cultural onde ainda lhes dizem que é pecado ter relações sexuais fora do casamento, onde se condena o uso de métodos contraceptivos (o aborto não é um contraceptivo, é um último, doloroso e indesejável recurso, e por isto contêm já em si uma grave pena a autoculpabilização e dores físicas para as respectivas).
É por isto e por tantas outras razões que fico completamente estarrecida com estas coisas.
1 E das que não se sabe terem abortado por o terem feito em condições de higiene, segurança não correndo os riscos das que não gozaram de um fim de semana fora do seu país e tudo o que tiveram foi um vão de escadas e num dia de trabalho, como vai o ESTADO PORTUGUÊS penalizar, prender, multar, condenar moralmente, se não soube, não viu, não conhece?
2 Criar, palavra votada ao esquecimento, necessariamente diferente de EDUCAÇÃO, os pais servem para criar os filhos, ajudá-los a adaptar-se às “rugosidades” do mundo)
3 Imagine-se os encargos de quem tem três filhos em universidades públicas em simultâneo a pagar a propina máxima (920 euros, que todos os anos aumenta 20 euros) isto se se esforçaram o suficiente para não gastar ainda mais numa privada; deslocados de casa (se for em Lisboa nunca se consegue alugar um quarto por menos de 200 euros por mês, embora raros, e também alugar uma casa, mesmo que um T2 nunca será menos de 650 a 750 euros por mês, ainda fazem os pais o sacrifício de 50 ou 150 euros por mês para os juntar a todos na mesma casa), para além dos transportes, (metro e autocarros na zona L são cerca de 20 e tal euros por mês, e como o passe é pessoal portanto isto será multiplicado por três), alimentação (nos refeitórios praticam-se preços razoáveis consegue-se almoçar com cerca de 2 euros, embora não esqueçamos que as pessoas têm também de tomar o pequeno almoço, o lanche e o jantar)e gastos com materiais e livros (embora os gastos num curso de medicina e aqruitectura, não sejam os mesmos dos de relações internacionais, psicologia ou mesmo matemática, é tudo tabelado pela bitola mais baixa, que nem chega a abranger os gastos dos últimos, será que os srs das finanças pararam no tempo e não fizeram a actualização dos gastos) É que efectivamente existem gastos supérfluos como o tipo, marca e preço das roupas que se usam. O caviar ou papas de aveia que se podem comer. A plotagem a cores ou a preto e branco que se pode optar, embora seja necessário mostrar pelo menos o trabalho impresso (nenhum professor corrige no computador. A fotocópia integral de livros de medicina (embora seja crime, há quem n tenha dinheiro para outra opção) ou a compra destes a prestações a 20 ou trinta contos mensais. A compra de um carro ou de um passe para todos os transportes. O pagamento de um quarto com ajudas do estado numa residência de estudantes ou numa casa particular.
propina máxima 920 euros x 3filhos = 2760 euros por ano lectivo
casa 200euros x 3filhos x 12 meses = 7200 euros por ano (os senhorios n deixam interromper o pagamento nas férias)
passe L 25euros x 3filhos x 9 meses = 750 euros por ano lectivo
alimentação(almoço cantina) 2euros x21dias úteis(média) x 9 meses= 378 euros por ano lectivo
alimentação (pequeno almoço, lanche, jantar) 7euros x 3 filhos x30 dias mês x 9 meses =5670 euros por ano lectivo
Total 16 758 euros por ano na formação de três futuros contribuintes.
Isto se :
-andarem nús;
-ficarem quietinhos em casa;
-não lerem;
-não virem filmes;
-não forem a espectáculos;
-não viajarem;
-não fizerem exercício físico (mesmo que não se pague para andar a passo rápido na rua, paga-se para comprar um calçado e roupa adequada ao exercício).
-não regressarem à sua casa, nem mesmo no natal, os bilhetes são caros (estudante residente na madeira ou açores nunca pagará menos de vinte e tal contos, cada um)
Se partimos do princípio que esta lei viria a alargar o leque de pessoas que nunca antes teriam posto a vida de um seu futuro filho em causa então aí deveríamos intervir não colocando um polícia à porta de cada bloco operatório nos serviços de urgência ou mesmo nos centros de saúde, não atirando pedras a todas as mulheres que se soube publicamente 1 terem abortado, mas sim intervindo na base da nossa condição trituradora portuguesa contemporânea, onde os familiares se demitem permanentemente da criação 2; onde se julga que as pessoas deveriam passar ainda mais tempo e durante mais anos enfiados no trabalho e na escola, em última análise atirados para consigo próprios; onde se incentiva indirectamente quem não tem filhos e se penaliza quem decide ter uma família numerosa 3.
Na prática o que acontece, ao não despenalizarmos o aborto até às dez semanas (para quem não sabe para além de não existir um método contraceptivo que seja 100% fiável, embora a margem de falha seja cada vez menor, as 10 semanas correspondem a dois períodos menstruais atrasados, o que às vezes acontece às mulheres, sem que estas estejam necessariamente grávidas,por amenorreias, quistos ou outros motivos de saúde) ,é que aquelas a quem vamos nós sociedade (retrógada, mesquinha, beata, levianamente castigadora do imaginado modus vivendi dos outros,que psicoticamente acreditamos que o outro nunca terá capacidade nas escolhas da sua vida, mas esquece-se que para o outro nós é que somos o outro, logo nós também não temos capacidade de decisão), vão quer mude ou não mude a lei continuar a ir hipócritamente a madrid abortar e quiçá um pulinho às compras.
Os médicos que trabalham nos serviços de urgência que todos os dias recebem estas mulheres com graves hemorragias têm de algumas vezes comunicar duas mortes aos seus familiares, o óbito da mulher e o do respectivo feto. Como se não bastasse o sofrimento de ter abortado as que sobrevivem ainda recebem o castigo "divino" da infertilidade, ou de outro tipo de problemas físicos,isto sem mencionar as condições psicológicas em que estas ficam. Pela desinformação, pelo medo, pela falta de apoio e ajuda, ou mesmo pela pressão "beata" do meio social e cultural onde ainda lhes dizem que é pecado ter relações sexuais fora do casamento, onde se condena o uso de métodos contraceptivos (o aborto não é um contraceptivo, é um último, doloroso e indesejável recurso, e por isto contêm já em si uma grave pena a autoculpabilização e dores físicas para as respectivas).
É por isto e por tantas outras razões que fico completamente estarrecida com estas coisas.
1 E das que não se sabe terem abortado por o terem feito em condições de higiene, segurança não correndo os riscos das que não gozaram de um fim de semana fora do seu país e tudo o que tiveram foi um vão de escadas e num dia de trabalho, como vai o ESTADO PORTUGUÊS penalizar, prender, multar, condenar moralmente, se não soube, não viu, não conhece?
2 Criar, palavra votada ao esquecimento, necessariamente diferente de EDUCAÇÃO, os pais servem para criar os filhos, ajudá-los a adaptar-se às “rugosidades” do mundo)
3 Imagine-se os encargos de quem tem três filhos em universidades públicas em simultâneo a pagar a propina máxima (920 euros, que todos os anos aumenta 20 euros) isto se se esforçaram o suficiente para não gastar ainda mais numa privada; deslocados de casa (se for em Lisboa nunca se consegue alugar um quarto por menos de 200 euros por mês, embora raros, e também alugar uma casa, mesmo que um T2 nunca será menos de 650 a 750 euros por mês, ainda fazem os pais o sacrifício de 50 ou 150 euros por mês para os juntar a todos na mesma casa), para além dos transportes, (metro e autocarros na zona L são cerca de 20 e tal euros por mês, e como o passe é pessoal portanto isto será multiplicado por três), alimentação (nos refeitórios praticam-se preços razoáveis consegue-se almoçar com cerca de 2 euros, embora não esqueçamos que as pessoas têm também de tomar o pequeno almoço, o lanche e o jantar)e gastos com materiais e livros (embora os gastos num curso de medicina e aqruitectura, não sejam os mesmos dos de relações internacionais, psicologia ou mesmo matemática, é tudo tabelado pela bitola mais baixa, que nem chega a abranger os gastos dos últimos, será que os srs das finanças pararam no tempo e não fizeram a actualização dos gastos) É que efectivamente existem gastos supérfluos como o tipo, marca e preço das roupas que se usam. O caviar ou papas de aveia que se podem comer. A plotagem a cores ou a preto e branco que se pode optar, embora seja necessário mostrar pelo menos o trabalho impresso (nenhum professor corrige no computador. A fotocópia integral de livros de medicina (embora seja crime, há quem n tenha dinheiro para outra opção) ou a compra destes a prestações a 20 ou trinta contos mensais. A compra de um carro ou de um passe para todos os transportes. O pagamento de um quarto com ajudas do estado numa residência de estudantes ou numa casa particular.
propina máxima 920 euros x 3filhos = 2760 euros por ano lectivo
casa 200euros x 3filhos x 12 meses = 7200 euros por ano (os senhorios n deixam interromper o pagamento nas férias)
passe L 25euros x 3filhos x 9 meses = 750 euros por ano lectivo
alimentação(almoço cantina) 2euros x21dias úteis(média) x 9 meses= 378 euros por ano lectivo
alimentação (pequeno almoço, lanche, jantar) 7euros x 3 filhos x30 dias mês x 9 meses =5670 euros por ano lectivo
Total 16 758 euros por ano na formação de três futuros contribuintes.
Isto se :
-andarem nús;
-ficarem quietinhos em casa;
-não lerem;
-não virem filmes;
-não forem a espectáculos;
-não viajarem;
-não fizerem exercício físico (mesmo que não se pague para andar a passo rápido na rua, paga-se para comprar um calçado e roupa adequada ao exercício).
-não regressarem à sua casa, nem mesmo no natal, os bilhetes são caros (estudante residente na madeira ou açores nunca pagará menos de vinte e tal contos, cada um)
30.10.06
25.10.06
ainda da Carnivàle
Um anão dirige a feira de freaks sob o autoritarismo de um russo desfacelado e escondido por uma cortina de onde se consegue apenas entrever uma mão com umas unhas compridas e negras.
Uma mulher com curvas generosas e a filha, ambas platinadas, fazem danças stripteasers sob o tecto de uma tenda, aos olhos de homens novos, velhos e crianças, que pagam uns cobres ao marido e pai das "artistas". Depois ainda fazem uns "biscates" noite adentro conforme a clientela.
Uma mulher em coma profundo lança cartas através da filha, fruto de uma violação.
Um homem sem uma perna faz girar a roda que se movimenta sob o eixo que prende o mecanismo que ele pode controlar.
Uma "encantadora" de serpentes é mordida por uma cobra venenosa e recupera da morte trocando a sua vida com a de um cego que tinha a capacidade de ver os sonhos dos outros.
Uma mulher põe rolos na sua rija barba quando vai dormir. Agora, esta procura o seu amado cego que encarna na "encantadora" de serpentes.
O rapaz que é o oposto do mal que encarna no padre Justin ou o alexei, filho do que dirige a feira atrás das cortinas, tem a missão de destruí-lo. O rapaz é o Ben filho de Henry Scudder , atormentado pela rejeição da mãe por causa do seu dom de dar vida e cura através da morte do que rodeia o ser curado ou ressuscitado.
O padre ou o Brother Justin tem o diabo no corpo e vê-se que a sua alma é comida pelo diabo, se é que este alguma vez chegou a encarnar o bem! A irmã que lhe é totalmente dedicada está sempre a ser desculpabilizada pelos seus actos maléficos!
Uma mulher com curvas generosas e a filha, ambas platinadas, fazem danças stripteasers sob o tecto de uma tenda, aos olhos de homens novos, velhos e crianças, que pagam uns cobres ao marido e pai das "artistas". Depois ainda fazem uns "biscates" noite adentro conforme a clientela.
Uma mulher em coma profundo lança cartas através da filha, fruto de uma violação.
Um homem sem uma perna faz girar a roda que se movimenta sob o eixo que prende o mecanismo que ele pode controlar.
Uma "encantadora" de serpentes é mordida por uma cobra venenosa e recupera da morte trocando a sua vida com a de um cego que tinha a capacidade de ver os sonhos dos outros.
Uma mulher põe rolos na sua rija barba quando vai dormir. Agora, esta procura o seu amado cego que encarna na "encantadora" de serpentes.
O rapaz que é o oposto do mal que encarna no padre Justin ou o alexei, filho do que dirige a feira atrás das cortinas, tem a missão de destruí-lo. O rapaz é o Ben filho de Henry Scudder , atormentado pela rejeição da mãe por causa do seu dom de dar vida e cura através da morte do que rodeia o ser curado ou ressuscitado.
O padre ou o Brother Justin tem o diabo no corpo e vê-se que a sua alma é comida pelo diabo, se é que este alguma vez chegou a encarnar o bem! A irmã que lhe é totalmente dedicada está sempre a ser desculpabilizada pelos seus actos maléficos!
second season

A primeira série passa agora num canal português da televisão por cabo. Tenho de rever a primeira porque o sr arquitecto ficou tão viciado que via dois a quatro episódios seguidos, mesmo que eu tivesse adormecido. E no dia seguinte nem esperava que eu acabasse de vê-los para continuar a saga.Mas chegaram ao fim antes que a história acabasse! O sr arquitecto foi à internet ver o que se passava com o segundo pacote de episódios, mas eram muito caros, não valia a pena mandá-los buscar.
Num dia destes cinzentos e chuvosos,quando não nos apetece fazer nada senão meter-nos dentro da fnac do chiado a fazer "montinhos" de discos, livros e dvds (curto tempo em que pensamos ser donos daquelas coisas, pelo menos dentro dos domínios da loja e controlados pelos funcionarios e câmaras) reparámos que já tinham à venda a segunda série, largámos quase tudo e fomos pagar.
24.10.06
21.10.06
o umbigo das meninas mimadas ou a desculpabilização psicanalítica das histórias escritas pelos mais fortes

Marie Antoinette não passa de um exercício de desmistificação de uma "grande maluca" para passar a ser uma mulher "incompreendida" em crescimento num meio rigoroso e hostil. Parece um exercício identitário de uma geração teenager pós-traumatizada embora já trintona, incapaz de se assumir responsavelmente fora do ninho protector, porém, marcando obsessivamente o seu espaço.
17.10.06
dura realidade ou das leis da paternidade
O arquitecto é só uma "barriga de aluguer" ! As "criaturas" geram-se na sua barriga mas nunca são seus filhos, é preciso saber largar quando os verdadeiros pais vêm buscá-lo!
11.10.06
os esqueletos do armário e as relações de amor/ódio
A utopia constroi-se de desenhos carimbados e deitados fora.
Rasgo os meus desenhos e maquetas quando tenho acessos de raiva, muitos agora sobrevivem graças ao seu registo digital, quando me lembro de os fotografar ou digitalizar. E são sempre os que gosto mais que vão primeiro para o "abate"! Não é racional! Contudo sou incapaz de estragar o que é dos outros! Infelizmente todos os trabalhos que "sobraram" nada me dizem são meros exercícios "técnicos", "burocráticos", contudo acabados, limpinhos, perceptíveis, verdadeiras "misses" passíveis de se apresentar num port-folio, a acompanhar o seu dono rigorosamente vestido de "fato e gravata".
Rasgo os meus desenhos e maquetas quando tenho acessos de raiva, muitos agora sobrevivem graças ao seu registo digital, quando me lembro de os fotografar ou digitalizar. E são sempre os que gosto mais que vão primeiro para o "abate"! Não é racional! Contudo sou incapaz de estragar o que é dos outros! Infelizmente todos os trabalhos que "sobraram" nada me dizem são meros exercícios "técnicos", "burocráticos", contudo acabados, limpinhos, perceptíveis, verdadeiras "misses" passíveis de se apresentar num port-folio, a acompanhar o seu dono rigorosamente vestido de "fato e gravata".
Um GRANDE exemplo de como fazer arte com o barro que temos.
fotografia da autoria de Carolina MoscosoNão, não é uma fotografia a preto e branco! Não, não foi ensaiada! Não, a "artista" não pediu um riso "colgate", nunca devem ter ouvido falar em tal coisa! Não, não lhes pôs maquilhagem nem alterou a fotografia no photoshop! É uma artista MAIOR.
3.10.06
anedotas
Nunca nos anos anteriores trabalhei tanto como este ano para projecto.
Sempre me custou muito trabalhar para projecto, mas nunca como neste 5º ano.
Raramente pedia acompanhamento dos trabalhos! Sempre me fez muita confusão estar a trabalhar e ter um professor, que sabe de certeza muito mais do que eu e que quase de certeza nunca daria tantas voltas para chegar ao mesmo trabalho ou a um resultado melhor!
Também é certo que nunca consegui acabar nenhum trabalho! Não sei porquê, nem vou partir a cabeça para o descobrir!
Fiquei sempre muito confusa quando desde o meu primeiro ano via pessoas a engalfinharem-se no trabalho, e o resultado ser uma resma de desenhos, que eu entendia terem muito valor porque, para além de muitas, me parecerem ter sido o resultado de muito trabalho! E sempre me enganei porque tinha, apesar de apresentar menos produção ao kilo, sempre "carimbos" (notas, avaliação) superiores às desses coitados! E devo dizer que nunca inferiores a 14 (sem quase esforço nenhum, trabalhando, nos últimos meses, um a dois meses, dava perfeitamente, pelo menos até ao 4º ano)! Pois parece que no 5º ano a coisa já não é assim ou então é ver a avaliação da turma em geral, talvez possamos chegar a algumas conclusões! Realmente foi a piorzinha de todas as outras, ou somos muito burros (é uma explicação plausível) ou este professor não sabe avaliar, ou não sabe acompanhar o trabalho dos alunos!
Um trabalho para se apresentar em exame final de uma cadeira deveria no mínimo ter sido visto, acompanhado e avaliado pelo docente de projecto. Mas é só uma insignificante sugestão! E digo-vos que já arrisquei muito mais! E sempre que chegava ao fim julgava sempre que ia chumbar desta não foi diferente, mas agora em vez de um 14 ou 16, tive um anedótico 12. Enfim coisas!
Sempre me custou muito trabalhar para projecto, mas nunca como neste 5º ano.
Raramente pedia acompanhamento dos trabalhos! Sempre me fez muita confusão estar a trabalhar e ter um professor, que sabe de certeza muito mais do que eu e que quase de certeza nunca daria tantas voltas para chegar ao mesmo trabalho ou a um resultado melhor!
Também é certo que nunca consegui acabar nenhum trabalho! Não sei porquê, nem vou partir a cabeça para o descobrir!
Fiquei sempre muito confusa quando desde o meu primeiro ano via pessoas a engalfinharem-se no trabalho, e o resultado ser uma resma de desenhos, que eu entendia terem muito valor porque, para além de muitas, me parecerem ter sido o resultado de muito trabalho! E sempre me enganei porque tinha, apesar de apresentar menos produção ao kilo, sempre "carimbos" (notas, avaliação) superiores às desses coitados! E devo dizer que nunca inferiores a 14 (sem quase esforço nenhum, trabalhando, nos últimos meses, um a dois meses, dava perfeitamente, pelo menos até ao 4º ano)! Pois parece que no 5º ano a coisa já não é assim ou então é ver a avaliação da turma em geral, talvez possamos chegar a algumas conclusões! Realmente foi a piorzinha de todas as outras, ou somos muito burros (é uma explicação plausível) ou este professor não sabe avaliar, ou não sabe acompanhar o trabalho dos alunos!
Um trabalho para se apresentar em exame final de uma cadeira deveria no mínimo ter sido visto, acompanhado e avaliado pelo docente de projecto. Mas é só uma insignificante sugestão! E digo-vos que já arrisquei muito mais! E sempre que chegava ao fim julgava sempre que ia chumbar desta não foi diferente, mas agora em vez de um 14 ou 16, tive um anedótico 12. Enfim coisas!
20.8.06
desocupar o tempo
Irrita-me um bocado aquele pretensiosismo de alguns arquitectos que pensam "mundos e fundos" ao milimetro em cada cantinho. Tudo tem uma função imediata, cronometrada, métrica, como se as funções biológicas comer, dormir, sentar, levantar, trabalhar nos tornassem autómatos e espartilhados numa ditadura imposta pela análise externa, complexa e específica de cada parte de nós. A arquitectura parece ter-se fatalmente tornado numa sala de dissecação de carcaças humanas, à boa maneira de "O admirável mundo novo", onde Aldous Huxley descrevia "linhas de montagem" humanas que "formatavam" à nascença a vida de cada um, correspondendo aos seus apetrechos de origem.
Há horários para tudo, há lugares e mini-lugares para tudo. Qualquer dia teremos de picar o ponto ao deitar e ao levantar e estas horas de descanso, ou até de fazer nenhum, serão descontadas nos impostos. Ouvi falar de umas cápsulas de descanso onde se paga caro para "cochilar" uns miseráveis vinte ou trinta minutos, ainda por cima na cápsula onde já muitos se deitaram! Arrepia-me esta ideia! Antes prefiro sentar-me num banco de jardim e recostar-me a apanhar um solzito!
Há horários para tudo, há lugares e mini-lugares para tudo. Qualquer dia teremos de picar o ponto ao deitar e ao levantar e estas horas de descanso, ou até de fazer nenhum, serão descontadas nos impostos. Ouvi falar de umas cápsulas de descanso onde se paga caro para "cochilar" uns miseráveis vinte ou trinta minutos, ainda por cima na cápsula onde já muitos se deitaram! Arrepia-me esta ideia! Antes prefiro sentar-me num banco de jardim e recostar-me a apanhar um solzito!
19.8.06
visão de "deus" ou "(...)para que estás a ter tanto trabalho isso vai ser construído?!" ou "deixa-te disso nunca vais fazer esses projectos!"
a lamela colada contra outra lamela suja de cola com papel de jornal colado
e o alcance do ser fora da escala da maqueta como faz para estar aqui
este "mundo projectado" continua vaziodegente
ser espacial ou "tridimensional" não basta para ter gente
nem que estivesse à mesma escala
Parece que deus fez o mundo
só depois de muito estudá-lo fez um homem para habitá-lo
e há quem nem consiga habitar
e o arquitecto é demasiado ambicioso
depois do ser analisado, esquartejado, em todas as suas especificidades humanas, contraditórias
quer "amurá-lo" num mundo construído por si
e o alcance do ser fora da escala da maqueta como faz para estar aqui
este "mundo projectado" continua vaziodegente
ser espacial ou "tridimensional" não basta para ter gente
nem que estivesse à mesma escala
Parece que deus fez o mundo
só depois de muito estudá-lo fez um homem para habitá-lo
e há quem nem consiga habitar
e o arquitecto é demasiado ambicioso
depois do ser analisado, esquartejado, em todas as suas especificidades humanas, contraditórias
quer "amurá-lo" num mundo construído por si
é melhor estar no mundo do que construí-lo
Desde o início do ano que trabalho para projecto mas nada se compara com a quantidade de trabalho que já fiz e deitei fora desde o fim de junho até agora, época em que terminam as outras 7 cadeiras, que nos "comem" o tempo físico e mental (e que ainda vou fazer até dia 8 de setembro).
Na verdade tive, para além desta cadeira fulcral de projecto, mais 4 cadeiras de projecto, urbanismo, construções, estruturas, e recuperação arquitectónica. Todas com a sua componente prática e teórica (2 testes e dois trabalhos de alguma complexidade).
Uma pessoa mesmo não percebendo nada deste curso, dirá "mas porquê cinco cadeiras de "projecto" quando podem ter apenas uma " ainda por cima num quinto ano onde se prepara um aluno para o "mundo real" e para um sexto ano de estágio académico e um sétimo de estágio para a ordem? Pois é esta situação ridícula, muito típica do "ensino Português", é aceite por nós alunos "coisificados" por este sistema de rebanhos, e pelos docentes que delegam sempre as responsabilidades de um sistema decadente para cima de outros dizendo que "(...)já há muito que vêm alertando para o facto!" e que "(...)já não vale a pena dizer mais nada!"
Que lógica tem estarmos agora a terminar um trabalho de projecto durante um mês, que supostamente vem no nosso calendário como mês de férias, e numa altura onde as outras cadeiras que nos poderiam apoiar nesta fase já "fecharam a loja"!?
Se repararmos bem ou urbanismo não devia existir ou o plano urbano que estamos a fazer para o vale de santo antónio deveria ter sido feito em urbanismo. Já a cadeira de recuperação deveria ser também adaptada a esta lógica de "reabilitação de tecidos urbanos". Construções se se colocasse no seu lugar também deveria estar a funcionar na altura em que estivéssemos a projectar, os projectos não são desenhos "bonitinhos" bidimensionais com umas "composições geométricas". "Composição geométrica" é coisa que não cabe na minha "cachola", vê-se logo que é coisa de gente que não percebe nada de geometria, para mim a geometria é "uma forma de representação de um ser aí " que embora sirva como forma de comunicação nunca é a "coisa" em si, a arquitectura envolvendo uma entidade que é um corpo implica um estar aí que consegue ser mais cinematográfico (embora ainda redutor) do que sucessões de fotografias congeladas! Nesse aspecto conseguimos identificar no gaudí um espaço que em vez de ser "empurrado" (formado) apenas com os olhos extrapola o corpo e torna-se num habitar fenomenológico. Volta-se ao ventre materno, ao ninho onde sentimos as paredes como "muros" protectores do "lá-fora" do espaço à mercê "do desconhecido".
Na verdade tive, para além desta cadeira fulcral de projecto, mais 4 cadeiras de projecto, urbanismo, construções, estruturas, e recuperação arquitectónica. Todas com a sua componente prática e teórica (2 testes e dois trabalhos de alguma complexidade).
Uma pessoa mesmo não percebendo nada deste curso, dirá "mas porquê cinco cadeiras de "projecto" quando podem ter apenas uma " ainda por cima num quinto ano onde se prepara um aluno para o "mundo real" e para um sexto ano de estágio académico e um sétimo de estágio para a ordem? Pois é esta situação ridícula, muito típica do "ensino Português", é aceite por nós alunos "coisificados" por este sistema de rebanhos, e pelos docentes que delegam sempre as responsabilidades de um sistema decadente para cima de outros dizendo que "(...)já há muito que vêm alertando para o facto!" e que "(...)já não vale a pena dizer mais nada!"
Que lógica tem estarmos agora a terminar um trabalho de projecto durante um mês, que supostamente vem no nosso calendário como mês de férias, e numa altura onde as outras cadeiras que nos poderiam apoiar nesta fase já "fecharam a loja"!?
Se repararmos bem ou urbanismo não devia existir ou o plano urbano que estamos a fazer para o vale de santo antónio deveria ter sido feito em urbanismo. Já a cadeira de recuperação deveria ser também adaptada a esta lógica de "reabilitação de tecidos urbanos". Construções se se colocasse no seu lugar também deveria estar a funcionar na altura em que estivéssemos a projectar, os projectos não são desenhos "bonitinhos" bidimensionais com umas "composições geométricas". "Composição geométrica" é coisa que não cabe na minha "cachola", vê-se logo que é coisa de gente que não percebe nada de geometria, para mim a geometria é "uma forma de representação de um ser aí " que embora sirva como forma de comunicação nunca é a "coisa" em si, a arquitectura envolvendo uma entidade que é um corpo implica um estar aí que consegue ser mais cinematográfico (embora ainda redutor) do que sucessões de fotografias congeladas! Nesse aspecto conseguimos identificar no gaudí um espaço que em vez de ser "empurrado" (formado) apenas com os olhos extrapola o corpo e torna-se num habitar fenomenológico. Volta-se ao ventre materno, ao ninho onde sentimos as paredes como "muros" protectores do "lá-fora" do espaço à mercê "do desconhecido".
18.8.06
11.8.06
dores do tempo perdido com a não aceitação da condição de auto-flagelação imposta por envagelistas do sadomasoquismo
Dores nas articulações nas mãos!
Dores nas costas e pescoço!
Dores nos braços!
Dores nas pernas (ossos, músculos, circulação)!
Dores nos pés, nos calcanhares e sola dos pés (neste momento olhei para elas e pareciam-me "bem passadas")!
Dores de cabeça!
Dores na alma pelo tempo gasto dentro de um cubículo sem a possibilidade de ver o sol antes de 15 de setembro!
(com o sadomasoquismo é capaz do número de visitantes indirectos disparar! O que uma maqueta faz a uma pessoa e a um blog!)
Dores nas costas e pescoço!
Dores nos braços!
Dores nas pernas (ossos, músculos, circulação)!
Dores nos pés, nos calcanhares e sola dos pés (neste momento olhei para elas e pareciam-me "bem passadas")!
Dores de cabeça!
Dores na alma pelo tempo gasto dentro de um cubículo sem a possibilidade de ver o sol antes de 15 de setembro!
(com o sadomasoquismo é capaz do número de visitantes indirectos disparar! O que uma maqueta faz a uma pessoa e a um blog!)
10.8.06
tempo
Depois de ter praticamente me mudado para a FA, com 32 horas de aulas semanais mais outras tantas queimadas a trabalhar para as mesmas cadeiras que não dispensam a "importante" presença dos alunos, não vá depois deixar de ter o direito de ser avaliada!
60% da frequência às aulas é obrigatória senão existe uma espécie de chumbo por faltas ou uma penalização quantitativa do aluno pelo professor. Eu pergunto será que os "meninos" que se "portam mal" e não vão às aulas não se prejudicam à partida tendo provavelmente um aproveitamento inferior. Se isto não acontece das duas uma ou o aluno é excepcional e a classificação obtida é justa, porque a consegue sozinho, ou então o sistema de avaliação é obsoleto e quem avalia tem um grave problema em conseguir ensinar.
Parece contudo que o ensino se voltou para uma espécie de objectivo de classificação do aluno coisificado, tornado em mais um bicho de um "rebanho" onde é carimbado um número no lombo, que se cicatriza deixando marcas e de onde a dita criatura dificilmente conseguirá deixar de ser incluída em subgrupos de "valor". Um aluno de 16 entra para o grupinho dos cromos dos grandes cérebros, o do dezoito coitado (continua) entra numa classificação de "nãofazmaisnadanavida senãoestudaretrabalhar" (este normalmente por ser a minoria deambula sozinho e como tal realmente não tem mais nada para fazer na vida senão estudar, para ocupar o tempo que tem), os dos catorzes que deveriam corresponder à mediania ainda são considerados excepcionais (pelo menos neste país, nesta faculdade e neste curso), os dos dozes vivem felizes e pululam pelos cantos com os seus bandos de "camaradas" (onde ninguém faz sombra aos outros), os chumbados aparecem e desaparecem (são muito inconstantes,têm que fazer pela vida, pois normalmente os paizinhos deixaram de sustentar os seus vícios, e como nesta faculdade não há horários adequados a quem trabalha estes fazem em média duas a três cadeiras por ano, na melhor das hipóteses).
Algumas cadeiras ridicularizam-se dando matérias que para além de não servirem para nada no mundo da "arquitectura real", tem formas bizarras de avaliar os alunos, remetendo-nos para uma época dourada da pré-adolescência onde preenchiamos (depois de muito empinanço tosco) os espaços em branco depois de analisado o contexto ou a figura.
Outras cadeiras "ciumentas" do estatuto da cadeira de projecto atiram para cima dos alunos tantos ou mais trabalhos do que a cadeira que é central, e ocupa doze horas semanais para além das outras extra para trabalhar.
E é assim que um aluno tem de ir a setembro com a cadeira principal do curso! Para além de ter uma vida fora da faculdade.
60% da frequência às aulas é obrigatória senão existe uma espécie de chumbo por faltas ou uma penalização quantitativa do aluno pelo professor. Eu pergunto será que os "meninos" que se "portam mal" e não vão às aulas não se prejudicam à partida tendo provavelmente um aproveitamento inferior. Se isto não acontece das duas uma ou o aluno é excepcional e a classificação obtida é justa, porque a consegue sozinho, ou então o sistema de avaliação é obsoleto e quem avalia tem um grave problema em conseguir ensinar.
Parece contudo que o ensino se voltou para uma espécie de objectivo de classificação do aluno coisificado, tornado em mais um bicho de um "rebanho" onde é carimbado um número no lombo, que se cicatriza deixando marcas e de onde a dita criatura dificilmente conseguirá deixar de ser incluída em subgrupos de "valor". Um aluno de 16 entra para o grupinho dos cromos dos grandes cérebros, o do dezoito coitado (continua) entra numa classificação de "nãofazmaisnadanavida senãoestudaretrabalhar" (este normalmente por ser a minoria deambula sozinho e como tal realmente não tem mais nada para fazer na vida senão estudar, para ocupar o tempo que tem), os dos catorzes que deveriam corresponder à mediania ainda são considerados excepcionais (pelo menos neste país, nesta faculdade e neste curso), os dos dozes vivem felizes e pululam pelos cantos com os seus bandos de "camaradas" (onde ninguém faz sombra aos outros), os chumbados aparecem e desaparecem (são muito inconstantes,têm que fazer pela vida, pois normalmente os paizinhos deixaram de sustentar os seus vícios, e como nesta faculdade não há horários adequados a quem trabalha estes fazem em média duas a três cadeiras por ano, na melhor das hipóteses).
Algumas cadeiras ridicularizam-se dando matérias que para além de não servirem para nada no mundo da "arquitectura real", tem formas bizarras de avaliar os alunos, remetendo-nos para uma época dourada da pré-adolescência onde preenchiamos (depois de muito empinanço tosco) os espaços em branco depois de analisado o contexto ou a figura.
Outras cadeiras "ciumentas" do estatuto da cadeira de projecto atiram para cima dos alunos tantos ou mais trabalhos do que a cadeira que é central, e ocupa doze horas semanais para além das outras extra para trabalhar.
E é assim que um aluno tem de ir a setembro com a cadeira principal do curso! Para além de ter uma vida fora da faculdade.
9.8.06
7.8.06
das maquetas VIII
Das maquetas e dos desenhos de arquitectura "bonitinhos" não reza a história do que existe arquitectonicamente construído, falem com o Gaudí, ele saberá responder melhor a isto.
Meus queridos, se querem ser arquitectos vão para as obras partir pedra! Quem lá está não percebe pêva dos desenhos que provavelmente também o sr. ou sra. candidato(a) a arquitecto(a) também não percebe!
Meus queridos, se querem ser arquitectos vão para as obras partir pedra! Quem lá está não percebe pêva dos desenhos que provavelmente também o sr. ou sra. candidato(a) a arquitecto(a) também não percebe!
das maquetas VII
Sou boa em deixá-las mal amanhadas, mal cortadas, despedaçadas, com as curvas de nível com rasgos! Bolas uma maqueta é só um instrumento de trabalho não é nenhum stand de vendas!
das maquetas VI (ou dos seus "dinhos")
Não sei fazê-las bem corta"dinhas", bem cola"dinhas" , bem visto"zinhas", bem apruma"dinhas", bem exacta"zinhas", bem boni"tinhas".
das maquetas V
Calcular bem a quantidade de cartão que precisa, para além dos preços estarem pela hora da morte (nada de gastos supérfluos) se levar a menos vai faltar em algum sítio.
das maquetas IV
Nunca se esquecer que nem tudo o que entra consegue sair! Não é só uma questão de dimensão! Note-se que uma dimensão que entra ao alto por vezes já não poderá sair ao baixo! Convém que fique tudo muito bem coladinho, nada de cuspo!
Subscrever:
Mensagens (Atom)





















