8.11.08
horós(com os)copos
Aprenda a organizar melhor a sua agenda para não ter tantos compromissos acumulados.
ahahahah
ahahahah
7.11.08
horós(com os)copos
Anda com os pés bem assentes na Terra? Isso por vezes pode impedi-lo/a de sonhar. Este dia pede-lhe que sonhe e que lute pelas suas quimeras. A vida sem sonhos perde muita da sua magia.
Sempre com os pés na terra, mas o paraquedismo é uma possibilidade.
Sempre com os pés na terra, mas o paraquedismo é uma possibilidade.
5.11.08
horós(com os)copos
A Morte, que significa Renovação.
Preocupe-se mais com o presente afectivo e não tanto com o passado. Viva o presente com confiança!
All you need is trust.
Preocupe-se mais com o presente afectivo e não tanto com o passado. Viva o presente com confiança!
All you need is trust.
horós(com os)copos
Poderá sentir que a sua vida privada e íntima se torna do conhecimento público, por exemplo através de uma discussão acesa diante de outras pessoas.
nakers!?
horós(com os)copos
Sol em Escorpião envia raios poderosos que aumentam seu encanto e carisma… Aproveite essa energia para fazer a sua vida dar um salto qualitativo.
Raios? Devem ser como os do Flash Gordon. É capaz.
Raios? Devem ser como os do Flash Gordon. É capaz.
4.11.08
entrevista
O que espera da Arquitectura? E da (...)?
Da arquitectura não espero nada, pelo menos da "arquitectura" que hoje se concebe como "produto de marketing" desprovido de "orgãos","esqueleto", "musculatura" e "pele". Passou a ser na maior parte da sua expressão uma pele de papel, sem entranhas,que nem se movimentar e estar em contexto sabe.
E a quem culpar, a quem responsabilizar deste assassínio daquilo a que se chama arquitectura ou fazer arquitectura? As forças especulativas virtuais que estão mais interessadas em vender do que em garantir arquitectura, a falta de cultura de quem encomenda, a cultura descartável vigente, os arquitectos que facilmente se descartam desta usando argumentos e liguagens paralelas a esta? Não sei poderíamos falar da pressão que exercem os que "encomendam" o "produto arquitectura" , mas nós somos responsáveis por deixá-lo vender por tão "barato" , retirando-lhe toda a importância e complexidade que é "fazer arquitectura". Ora se encararmos o arquitecto como um técnico (atenção a parte artística encara-se como ofício, e não como desvario insano de pinceladas expressivas sobre um guardanapo de papel) assim como um médico é normalmente respeitado, o arquitecto devê-lo-ia ser também. Somos antes de mais técnicos supostamente com as ferramentas para acompanhar, aconselhar quem nos procura,"dar à luz","curar", "revitalizar" e "pós-modernamente" "ressuscitar histórias" de passados inventados. Ou seja somos supostamente capazes de ter uma visão crítica dos lugares, da arquitectura, de conceber, de conservar, de recuperar e de reabilitar. Portanto temos muitas responsabilidades sobre a imagem, a função, a forma como condicionamos ou libertamos espaços.
É interessante reparar, e apesar da minha ainda recente experiência no mundo do trabalho, que muitas vezes os arquitectos subjugam-se ao que se chama a "vontade do cliente" (senão pode desistir e procurar outro atelier). Mas assim como um doente não foge de um consultório quando lhe dizem os males de que padece (na maioria da vezes, não existem relatos sobre isso), uma pessoa que solicita o trabalho de um arquitecto também não o deveria fazer. Se o faz a culpa é do arquitecto, que não soube explicar como iria proceder, a importância do que ia fazer, ou muito simplesmente não soube perceber o que era pretendido (atenção que tentar perceber o que se pretende não significa "amputar" uma perna porque a pessoa pediu, quando vemos que é um acto completamente desnecessário).
Quais os programas que prefere para trabalhar?
Eu preferiria lidar com habitação unifamiliar ou multifamiliar. Desenhar espaços interiores, desenhar móveis adequados a um determinado espaço. Encarando a arquitectura mais como uma coisa global.
De qualquer forma estou pronta para trabalhar em qualquer coisa relacionada com arquitectura, é evidente que os programas se diferenciam muito uns dos outros e que a sua complexidade e especificidade depende do fim a que se destina, mas não é tudo arquitectura?
Que tipo de horário? Flexível? Fixo? Sem horário? Por objectivos? Com datas?
Na minha opinião penso que para os arquitectos o melhor sistema de trabalho é por objectivos e com datas, dado que na arquitectura as formas de trabalho não são lineares, embora devam ser sempre encaradas com disciplina. Sendo assim acho que um horário de funcionário público das 9 às 17h da tarde (o que nunca acontece num atelier, sejamos realistas) mesmo nos mais regrados, com folhas de horas e "polícias internos". Porque uma das partes será sempre incumpridora um dia o patrono outro dia o empregado. Porque o empregado às vezes chega tarde e sai cedo, e nem se preocupa com o que faz, ou sai tarde porque ganha à hora e cada hora é preciosa para pagar as contas. Pois bem isto está mais do que visto que não funciona, nem sempre o que passa mais horas num atelier é melhor ou produz mais ou melhor que os outros. Aliás se há um arquitecto que resolve qualquer coisa em meia hora e outro que faz a mesma coisa ou pior em três horas, pagamos melhor ao que esteve três horas a gastar tempo? Não sei, mas qualquer coisa de errado existe neste sistema que premeia o laxismo. Por isso o que cada um faz nos prazos que lhe são dados é com ele, mas os resultados têm de aparecer, assim é que a coisa deveria ser encarada. Existe um prazo e independentemente das horas que cada um precisa para resolver o problema isso já é com essa pessoa. Se ele gastará apenas um dia a trabalhar e nos outros vai de férias, isso é com ele. Se ele precisará de duas semanas e trabalhar de manhã à noite isso também é com ele. O que é necessário é estabelecer datas e cada um dentro desse período de tempo gere à sua maneira. E o que deve ser pago é o trabalho que fez, não as horas que passou a trabalhar ou a fingir que trabalhava. O que não deveria acontecer era existir sítios "ateliers" onde se vê claramente que uns fingem que trabalham, mas ficam lá a fazer horas para ganhar o "ordenado".
Qual a remuneração que pretende? Quais as condições?
Olhe isto hoje em dia não sei, mas há dez anos atrás os arquitectos saíam da faculdade, muitos não faziam sequer estágio e começavam logo a trabalhar a ganhar mil escudos à hora. Enfim dez anos depois pagar 5 euros à hora , para quem já trabalhou enquanto estudante, já fez dois estágios, é raro, quando acontece diz-se "Pagam-te bem!". Não sei como normalmente os estagiários não são pagos, ou dão-lhes o subsídio de alimentação, deixou-se de contratar arquitectos com pouca experiência.
Mas como disse também não concordo com o pagamento à hora desde que sejam delegados objectivos e tarefas, e quando o arquitecto que as cumpre em menos tempo não seja sobrecarregado com mais, porque outro colega seu "não deu conta do recado" ou "esteve a brincar". Por isso não sei mas se pensarmos num arquitecto como "freelancer" acho que devia ser sempre pago pelas tarefas ou trabalhos que cumpre.
Da arquitectura não espero nada, pelo menos da "arquitectura" que hoje se concebe como "produto de marketing" desprovido de "orgãos","esqueleto", "musculatura" e "pele". Passou a ser na maior parte da sua expressão uma pele de papel, sem entranhas,que nem se movimentar e estar em contexto sabe.
E a quem culpar, a quem responsabilizar deste assassínio daquilo a que se chama arquitectura ou fazer arquitectura? As forças especulativas virtuais que estão mais interessadas em vender do que em garantir arquitectura, a falta de cultura de quem encomenda, a cultura descartável vigente, os arquitectos que facilmente se descartam desta usando argumentos e liguagens paralelas a esta? Não sei poderíamos falar da pressão que exercem os que "encomendam" o "produto arquitectura" , mas nós somos responsáveis por deixá-lo vender por tão "barato" , retirando-lhe toda a importância e complexidade que é "fazer arquitectura". Ora se encararmos o arquitecto como um técnico (atenção a parte artística encara-se como ofício, e não como desvario insano de pinceladas expressivas sobre um guardanapo de papel) assim como um médico é normalmente respeitado, o arquitecto devê-lo-ia ser também. Somos antes de mais técnicos supostamente com as ferramentas para acompanhar, aconselhar quem nos procura,"dar à luz","curar", "revitalizar" e "pós-modernamente" "ressuscitar histórias" de passados inventados. Ou seja somos supostamente capazes de ter uma visão crítica dos lugares, da arquitectura, de conceber, de conservar, de recuperar e de reabilitar. Portanto temos muitas responsabilidades sobre a imagem, a função, a forma como condicionamos ou libertamos espaços.
É interessante reparar, e apesar da minha ainda recente experiência no mundo do trabalho, que muitas vezes os arquitectos subjugam-se ao que se chama a "vontade do cliente" (senão pode desistir e procurar outro atelier). Mas assim como um doente não foge de um consultório quando lhe dizem os males de que padece (na maioria da vezes, não existem relatos sobre isso), uma pessoa que solicita o trabalho de um arquitecto também não o deveria fazer. Se o faz a culpa é do arquitecto, que não soube explicar como iria proceder, a importância do que ia fazer, ou muito simplesmente não soube perceber o que era pretendido (atenção que tentar perceber o que se pretende não significa "amputar" uma perna porque a pessoa pediu, quando vemos que é um acto completamente desnecessário).
Quais os programas que prefere para trabalhar?
Eu preferiria lidar com habitação unifamiliar ou multifamiliar. Desenhar espaços interiores, desenhar móveis adequados a um determinado espaço. Encarando a arquitectura mais como uma coisa global.
De qualquer forma estou pronta para trabalhar em qualquer coisa relacionada com arquitectura, é evidente que os programas se diferenciam muito uns dos outros e que a sua complexidade e especificidade depende do fim a que se destina, mas não é tudo arquitectura?
Que tipo de horário? Flexível? Fixo? Sem horário? Por objectivos? Com datas?
Na minha opinião penso que para os arquitectos o melhor sistema de trabalho é por objectivos e com datas, dado que na arquitectura as formas de trabalho não são lineares, embora devam ser sempre encaradas com disciplina. Sendo assim acho que um horário de funcionário público das 9 às 17h da tarde (o que nunca acontece num atelier, sejamos realistas) mesmo nos mais regrados, com folhas de horas e "polícias internos". Porque uma das partes será sempre incumpridora um dia o patrono outro dia o empregado. Porque o empregado às vezes chega tarde e sai cedo, e nem se preocupa com o que faz, ou sai tarde porque ganha à hora e cada hora é preciosa para pagar as contas. Pois bem isto está mais do que visto que não funciona, nem sempre o que passa mais horas num atelier é melhor ou produz mais ou melhor que os outros. Aliás se há um arquitecto que resolve qualquer coisa em meia hora e outro que faz a mesma coisa ou pior em três horas, pagamos melhor ao que esteve três horas a gastar tempo? Não sei, mas qualquer coisa de errado existe neste sistema que premeia o laxismo. Por isso o que cada um faz nos prazos que lhe são dados é com ele, mas os resultados têm de aparecer, assim é que a coisa deveria ser encarada. Existe um prazo e independentemente das horas que cada um precisa para resolver o problema isso já é com essa pessoa. Se ele gastará apenas um dia a trabalhar e nos outros vai de férias, isso é com ele. Se ele precisará de duas semanas e trabalhar de manhã à noite isso também é com ele. O que é necessário é estabelecer datas e cada um dentro desse período de tempo gere à sua maneira. E o que deve ser pago é o trabalho que fez, não as horas que passou a trabalhar ou a fingir que trabalhava. O que não deveria acontecer era existir sítios "ateliers" onde se vê claramente que uns fingem que trabalham, mas ficam lá a fazer horas para ganhar o "ordenado".
Qual a remuneração que pretende? Quais as condições?
Olhe isto hoje em dia não sei, mas há dez anos atrás os arquitectos saíam da faculdade, muitos não faziam sequer estágio e começavam logo a trabalhar a ganhar mil escudos à hora. Enfim dez anos depois pagar 5 euros à hora , para quem já trabalhou enquanto estudante, já fez dois estágios, é raro, quando acontece diz-se "Pagam-te bem!". Não sei como normalmente os estagiários não são pagos, ou dão-lhes o subsídio de alimentação, deixou-se de contratar arquitectos com pouca experiência.
Mas como disse também não concordo com o pagamento à hora desde que sejam delegados objectivos e tarefas, e quando o arquitecto que as cumpre em menos tempo não seja sobrecarregado com mais, porque outro colega seu "não deu conta do recado" ou "esteve a brincar". Por isso não sei mas se pensarmos num arquitecto como "freelancer" acho que devia ser sempre pago pelas tarefas ou trabalhos que cumpre.
3.11.08
horós(com os)copos
Sabe porque é que tem de confiar no futuro? Porque não há outra opção nem caminho!
1.11.08
Dance me to your beauty with a burning violin
Dance me through the panic 'til I'm gathered safely in
Lift me like an olive branch and be my homeward dove
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love
Oh let me see your beauty when the witnesses are gone
Let me feel you moving like they do in Babylon
Show me slowly what I only know the limits of
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love
Dance me to the wedding now, dance me on and on
Dance me very tenderly and dance me very long
We're both of us beneath our love, we're both of us above
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love
Dance me to the children who are asking to be born
Dance me through the curtains that our kisses have outworn
Raise a tent of shelter now, though every thread is torn
Dance me to the end of love
Dance me to your beauty with a burning violin
Dance me through the panic till I'm gathered safely in
Touch me with your naked hand or touch me with your glove
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love
Dance me to the end of love
Chimes of freedom
Far between sundown's finish an' midnight's broken toll
We ducked inside the doorway, thunder crashing
As majestic bells of bolts struck shadows in the sounds
Seeming to be the chimes of freedom flashing
Flashing for the warriors whose strength is not to fight
Flashing for the refugees on the unarmed road of flight
An' for each an' ev'ry underdog soldier in the night
An' we gazed upon the chimes of freedom flashing.
In the city's melted furnace, unexpectedly we watched
With faces hidden while the walls were tightening
As the echo of the wedding bells before the blowin' rain
Dissolved into the bells of the lightning
Tolling for the rebel, tolling for the rake
Tolling for the luckless, the abandoned an' forsaked
Tolling for the outcast, burnin' constantly at stake
An' we gazed upon the chimes of freedom flashing.
Through the mad mystic hammering of the wild ripping hail
The sky cracked its poems in naked wonder
That the clinging of the church bells blew far into the breeze
Leaving only bells of lightning and its thunder
Striking for the gentle, striking for the kind
Striking for the guardians and protectors of the mind
An' the unpawned painter behind beyond his rightful time
An' we gazed upon the chimes of freedom flashing.
Through the wild cathedral evening the rain unraveled tales
For the disrobed faceless forms of no position
Tolling for the tongues with no place to bring their thoughts
All down in taken-for-granted situations
Tolling for the deaf an' blind, tolling for the mute
Tolling for the mistreated, mateless mother, the mistitled prostitute
For the misdemeanor outlaw, chased an' cheated by pursuit
An' we gazed upon the chimes of freedom flashing.
Even though a cloud's white curtain in a far-off corner flashed
An' the hypnotic splattered mist was slowly lifting
Electric light still struck like arrows, fired but for the ones
Condemned to drift or else be kept from drifting
Tolling for the searching ones, on their speechless, seeking trail
For the lonesome-hearted lovers with too personal a tale
An' for each unharmful, gentle soul misplaced inside a jail
An' we gazed upon the chimes of freedom flashing.
Starry-eyed an' laughing as I recall when we were caught
Trapped by no track of hours for they hanged suspended
As we listened one last time an' we watched with one last look
Spellbound an' swallowed 'til the tolling ended
Tolling for the aching ones whose wounds cannot be nursed
For the countless confused, accused, misused, strung-out ones an' worse
An' for every hung-up person in the whole wide universe
An' we gazed upon the chimes of freedom flashing.
Bob Dylan
31.10.08
30.10.08
29.10.08
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