27.9.09
25.9.09
21.9.09
20.9.09
19.9.09
15.9.09
Generatus II
"Marta doesn't want to achieve immortality through her work… Marta wants to achieve it through not dying."
3.9.09
21.8.09
tatoos
Young looking Skin Tomorrow
5.8.09
what a lovely way to burn
Ladies fall in love for nasty tramps, but different worlds don't fit in the same jukebox.
27.7.09
10.7.09
3.7.09
26.6.09
25.6.09
Agentes técnicos formados para acudir à escassez de arquitectos????
A mudança legislativa coloca em risco o trabalho dos 200 agentes técnicos de Arquitectura e Engenharia da Madeira
Marta Caires
mcaires@dnoticias.pt
Os 200 agentes técnicos de Arquitectura e Engenharia da Madeira estão preocupados com a mudança do decreto 73/73, o que regula os projectos de construção de edifícios. Em Lisboa, o Governo de José Sócrates aceitou alterar a lei para garantir que os projectos de arquitectura sejam assinados apenas por arquitectos.
A mudança legislativa será, ao que tudo indica, aprovada em breve. A acontecer, satisfaz uma velha reivindicação dos arquitectos, mas deixa em situação crítica os agentes técnicos. Na Madeira, segundo as estimativas da associação do sector, existem 200 profissionais habilitados a dirigir obras até 800 metros quadrados e a projectar prédios até três andares.
Ao restringir os projectos aos arquitectos, a lei retirará trabalho aos agentes, formados para acudir à escassez de arquitectos e engenheiros. Porque, conforme explica Andreia Jesus, delegada regional da Associação de Agentes Técnicos, o decreto de 1973 abriu caminho a uma nova classe profissional. A que, depois da alteração, ficará sem trabalho.
Os 200 da Madeira (muitos mais no País todo) têm formação própria, tiraram um curso legal e reconhecido.
"Na altura, o que se pedia para fazer o curso de cinco anos - com mais um de estágio - era o 9º ano de escolaridade".
E era com essa formação que faziam o trabalho, que projectavam casas e geriam pequenas obras. Foram o remédio provisório numa época em que as universidades não formavam arquitectos e engenheiros em quantidades suficientes.
34 anos depois, com uma forte pressão da Ordem dos Arquitectos, o Governo dispõe-se a mudar a lei. Segundo os argumentos apresentados, a bem da boa arquitectura, da construção de qualidade, pensada e integrada, com ideias modernas de urbanismo.
No entanto, sem ouvir os agentes técnicos, que se consideram os sacrificados deste processo.
A decisão de mexer na legislação foi aprovada na reunião de Conselho de Ministros de 18 de Janeiro e a Associação dos Agentes Técnicos sente que as suas reivindicações não estão a ser ouvidas pelo Governo. Apesar de tudo, o secretário de Estado das Obras e um representante do IMOPP recebeu a delegação da classe um dia antes da decisão do Conselho de Ministros.
Preocupados, em risco de ficar sem trabalho, os agentes não se conformam com a proposta de um prazo de cinco para fazer a transição da actual legislação para a mais restritiva. E, nesta altura, perguntam já o que acontecerá depois desses primeiros cinco anos, o que farão das suas vidas, da sua profissão.
Até porque consideram injustos os argumentos para mudar a lei, sobretudo os que referem a má arquitectura, da volumetria excessiva. Porque, na verdade, não se sentem responsáveis pela proliferação de 'mamarrachos'. O decreto de 1973, o 73/73, nunca lhes permitiu assinar projectos com mais de três andares a contar da cota de soleira, nem nunca tiveram a cargo a direcção técnica de obras com mais de 800 metros quadrados.
in "http://arquitectura.pt/forum/f29/amea-ado-4992.html"
Marta Caires
mcaires@dnoticias.pt
Os 200 agentes técnicos de Arquitectura e Engenharia da Madeira estão preocupados com a mudança do decreto 73/73, o que regula os projectos de construção de edifícios. Em Lisboa, o Governo de José Sócrates aceitou alterar a lei para garantir que os projectos de arquitectura sejam assinados apenas por arquitectos.
A mudança legislativa será, ao que tudo indica, aprovada em breve. A acontecer, satisfaz uma velha reivindicação dos arquitectos, mas deixa em situação crítica os agentes técnicos. Na Madeira, segundo as estimativas da associação do sector, existem 200 profissionais habilitados a dirigir obras até 800 metros quadrados e a projectar prédios até três andares.
Ao restringir os projectos aos arquitectos, a lei retirará trabalho aos agentes, formados para acudir à escassez de arquitectos e engenheiros. Porque, conforme explica Andreia Jesus, delegada regional da Associação de Agentes Técnicos, o decreto de 1973 abriu caminho a uma nova classe profissional. A que, depois da alteração, ficará sem trabalho.
Os 200 da Madeira (muitos mais no País todo) têm formação própria, tiraram um curso legal e reconhecido.
"Na altura, o que se pedia para fazer o curso de cinco anos - com mais um de estágio - era o 9º ano de escolaridade".
E era com essa formação que faziam o trabalho, que projectavam casas e geriam pequenas obras. Foram o remédio provisório numa época em que as universidades não formavam arquitectos e engenheiros em quantidades suficientes.
34 anos depois, com uma forte pressão da Ordem dos Arquitectos, o Governo dispõe-se a mudar a lei. Segundo os argumentos apresentados, a bem da boa arquitectura, da construção de qualidade, pensada e integrada, com ideias modernas de urbanismo.
No entanto, sem ouvir os agentes técnicos, que se consideram os sacrificados deste processo.
A decisão de mexer na legislação foi aprovada na reunião de Conselho de Ministros de 18 de Janeiro e a Associação dos Agentes Técnicos sente que as suas reivindicações não estão a ser ouvidas pelo Governo. Apesar de tudo, o secretário de Estado das Obras e um representante do IMOPP recebeu a delegação da classe um dia antes da decisão do Conselho de Ministros.
Preocupados, em risco de ficar sem trabalho, os agentes não se conformam com a proposta de um prazo de cinco para fazer a transição da actual legislação para a mais restritiva. E, nesta altura, perguntam já o que acontecerá depois desses primeiros cinco anos, o que farão das suas vidas, da sua profissão.
Até porque consideram injustos os argumentos para mudar a lei, sobretudo os que referem a má arquitectura, da volumetria excessiva. Porque, na verdade, não se sentem responsáveis pela proliferação de 'mamarrachos'. O decreto de 1973, o 73/73, nunca lhes permitiu assinar projectos com mais de três andares a contar da cota de soleira, nem nunca tiveram a cargo a direcção técnica de obras com mais de 800 metros quadrados.
in "http://arquitectura.pt/forum/f29/amea-ado-4992.html"
24.6.09
23.6.09
22.6.09
18.6.09
Actos próprios da profissão
"Mas ouça vou arrendar um espaço num centro comercial e já tenho as instalações todas feitas, penso que já tem electricidade, gás, esgotos, etc. Além disso não vou lá ter confecção, apenas serviço de take away."
"De qualquer forma terá de contratar um arquitecto. É o melhor que tem a fazer, porque ele poderá avaliar se o espaço que quer arrendar é viável para o tipo de estabelecimento que quer abrir. Adequação de regras exigíveis em regulamentação aplicável. Adequação do tipo de expectativa que tem e do espaço que lá está. Adequação das infra-estruturas actuais ao tipo de estabelecimento e do número de clientela expectável. Aliás até poderá não necessitar de obras, mas um arquitecto poderá ajudá-la nesse aconselhamento."
"Ah, então vocês aí não fazem essas avaliações?"
"Não! Desculpe mas isso são actos próprios da profissão. São serviços não gratuitos que têm de ser contratados."
"E onde arranjo um arquitecto?"
"Como vê eu aqui não lhe posso recomendar nenhum atelier ou arquitecto específico. Mas se procurar nas páginas amarelas encontrará muitos com certeza!"
"De qualquer forma terá de contratar um arquitecto. É o melhor que tem a fazer, porque ele poderá avaliar se o espaço que quer arrendar é viável para o tipo de estabelecimento que quer abrir. Adequação de regras exigíveis em regulamentação aplicável. Adequação do tipo de expectativa que tem e do espaço que lá está. Adequação das infra-estruturas actuais ao tipo de estabelecimento e do número de clientela expectável. Aliás até poderá não necessitar de obras, mas um arquitecto poderá ajudá-la nesse aconselhamento."
"Ah, então vocês aí não fazem essas avaliações?"
"Não! Desculpe mas isso são actos próprios da profissão. São serviços não gratuitos que têm de ser contratados."
"E onde arranjo um arquitecto?"
"Como vê eu aqui não lhe posso recomendar nenhum atelier ou arquitecto específico. Mas se procurar nas páginas amarelas encontrará muitos com certeza!"
17.6.09
da educação
Prevenir é o melhor remédio. Assim como se educa as crianças desde pequeninas para a reciclagem,deveriamos educá-las para a sensibilização da arquitectura, das cidades e do território. Falar dos actores principais, fazê-las perceber porque as cidades estão as morrer, e as "novas construções" são como são. Explicar a responsabilidade que cada um de nós tem ao pensar na cidade e nas pessoas ou profissionais a quem entregamos o nosso bocadinho de umbigo citadino, do futuro do lugar onde elas vivem e viverão.
O que fizeram a Ordem dos Arquitectos, o Estado, as escolas e as empresas para alterar esta situação? Os impostos servem apenas para pagar novas oportunidades, estradas, pontes e obras de regime? Porque não criar uma base sólida no conhecimento e sensibilização dos cidadãos para as cidades e tudo os que as liga? Falar nos prós e nos contras de uma má gestão de recursos humanos e de território!
Vamos continuar no "muro das lamentações" a maldizer as pessoas não querem nada com os arquitectos e os outros "técnicos", que nos roubam o trabalho? É esse o futuro que queremos?Isso muda alguma coisa? Isso melhora a vida das cidades?
O que fizeram a Ordem dos Arquitectos, o Estado, as escolas e as empresas para alterar esta situação? Os impostos servem apenas para pagar novas oportunidades, estradas, pontes e obras de regime? Porque não criar uma base sólida no conhecimento e sensibilização dos cidadãos para as cidades e tudo os que as liga? Falar nos prós e nos contras de uma má gestão de recursos humanos e de território!
Vamos continuar no "muro das lamentações" a maldizer as pessoas não querem nada com os arquitectos e os outros "técnicos", que nos roubam o trabalho? É esse o futuro que queremos?Isso muda alguma coisa? Isso melhora a vida das cidades?
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