27.7.10

H-day


Felicidades pelos teus 7 mesinhos.

C-Day


Happy birthday Carol.
E neste dia uma montra de bolos só para ti.

23.7.10

não há pachorra

Amigos anónimos, se nada têm para dizer e não se querem identificar(...)presumo que por alguma razão(...)eventualmente porque se se identificassem eu não vos atendesse, o melhor é não gastarem os vossos cêntimos. Informo-vos que a partir deste momento pedirei à TMN que ponha a minha linha com um custo acrescentado. Se quiserem continuar ganho eu uns trocos à pala da vossa estupidez...mas tudo bem.

(...)

Ou o anónimo é persona non grata... ou é alguém que me anda a enviar pedidos de amigo no facebook...se não conheço não aceito ou se fui eu que de lá retirei é porque não me enganei...ou pessoa que na altura adormeceu e não atendeu, com a reacção desligou a parafernália que nos diz estar e existir aqui, e uns dias depois, porque foi encontrado por acaso encostado a uma parede a beber uma jola, é que decidiu falar... não deve ser esse porque me disse que já não tinha o número...

temos pena

É triste continuarmos na saga do anonimato gratuito e de mau gosto.

Walk That Walk, Talk That Talk

Walk That Walk, Talk That Talk is a 1991 studio album by Texas based Blues Rock band The Fabulous Thunderbirds and the first without guitarist Jimmie Vaughan. He was replaced by Duke Robillard and Kid Bangham for the recording. The album marks a return to the straightforward blues-rock sound of their early material, abandoning the overly commercial production of their previous three albums.

in Wikipédia

22.7.10

as mães nas cavernas

Não desejo o mal às pobres crianças que ao nascer de mães como eu ou pior tenham um dia que se sentar num divã para resolver eventuais problemas psicológicos. Tudo porque a adorada "mãezinha" não era a super mãe e super mulher que lhes resolvia os problemas todos, mesmo aqueles que para si própria não consegue resolver.
Pode ser que assim se termine um dia o ciclo de super-mães que do alto da sua incompetência constroem micro-redomas aos filhos. Cada um respira o ar comprimido que estas disparam em sua direcção.

Amarelo Choque

Poderia mudar a forma de abordagem, e ter um blogue rosadinho e delicodoce...Podia mas gosto mais do amarelo choque.

divina comédia

Porque assim que me faça astronauta dou um pulo no ar e meto a quarta a fundo para melhorar a vidinha de quem é parvo nas curvas. É preciso ter mamas para saber quão lixado é viver com uma cria agarrada à T-Shirt.

20.7.10

argúcia

É impagável a argúcia dos incompetentes. Quando a imaginação não abunda, reduzem a sua insignificante inteligência ao policiamento das cabeças que julgam suas.

pesadelos

Perecer desse mal é achar-se dono do mundo. O que faria um doente deste tipo numa tarde quente? Voltava-se para o mar e sentia que este estaria a roubar o seu lugar, de filho do sol.
Como separar o homem do mar para que não houvesse uma carnificina de morte? Não sei…Mesmo assim tentarei nadar contra as ondas da corrente que se formam e não mexem.
Os pássaros voam sem pensar no que fazem.

manifestação do grotesco

19.7.10

16.7.10

crise

E se todos os que trabalham deixassem de repente de trabalhar? Se deixassem de acordar cedo de manhã para ir trabalhar? Se deixassem de consumir para comer, vestir e viver? Se saíssem das suas casas arendadas ou compradas e ainda por pagar aos bancos, e fossem viver para uma tenda no meio do campo? Se terminassem todos os contratos que têm com as ditatoriais companhias das águas, electricidade, televisões, telefones, telemóveis, entre outras "obrigatórias" tanto quanto respirar? Se todos retirassem aos bancos o dinheiro que lá têm, pouco ou muito?
Quem iria pagar a crise?

15.7.10

Zombies


Alguém reparou nisto? O autor está aqui.

14.7.10

mediação

Nas escolas ensinam aos meninos o ciclo da água, desde a nascente dos rios à foz no mar, evaporação e chuva. É um ciclo que mais ou menos linear, vive da dinâmica de transformação de um bem, a água.

Nas escolas também deveriam ensinar aos meninos o ciclo do dinheiro. Bem sei que é um ciclo complexo, porque existe a multiplicação ou desaparecimento do dinheiro pelas operações virtuais e especulativas dos mercados. Onde se pode roubar legalmente numa espécie de “casino” de apostas de risco elevado.

Contudo ensinaram que antigamente as pessoas faziam trocas directas entre bens e que tinham consciência de que a troca de um “animal” e (dependia deste animal) valia muitas hortaliças e cereais em troca. Transpondo para uma operação virtual, a troca monetária, que foi criada, aquando do surgimento das trocas comerciais a par das exportações e importações através de viagens em embarcações ou por terra, tornou-se mais fácil, por razões de comodidade, criarmos um bem comum, o dos metais transformados em moedas passíveis de troca.

Este surgimento levou ao início da especulação e o valor dos bens passou a ser variável não só de acordo com as diferentes culturas com que eram feitas as trocas como também de acordo com a lei da procura e da oferta, e de acordo com a “esperteza” do mediador da troca (que já não era o produtor do bem) que queria ganhar algum na mediação desta troca.

Ora muito bem, nós Portugueses nunca fomos muito produtores, desenvolvemos mais a nossa veia de mediadores. Trazíamos os bens dos continentes recôndidos de forma rápida e por rotas descobertas por nós, e vendíamos estes produtos nos países que tinham poder de compra, por valores muito acima dos de aquisição. É de facto o início da mediação pura. E que só funcionava porque conseguíamos adquirir bens raros por preços ridiculamente baixos. Resultava por serem bens raros e por o seu valor no mercado dos países informados e de recepção ser muito superior ao valor do mercado de aquisição. Assim os mediadores (Portugal, ou os Portugueses espertos) ganhavam muito dinheiro com a posição de mediadores.

Como manter uma situação semelhante, nos dias de hoje? Quando vivemos num mundo globalizado, onde as pessoas dos diferentes países vão tendo a noção do valor dos bens, embora varie de acordo com as regras dos mercados internos, que têm imensas variáveis para além do valor da moeda de cada país.

A situação de pagar pouco pelos bens adquiridos, que no fundo significava pagar pouco pelos serviços prestados na plantação, colheita e transformação desse bem, tem situações paralelas nos séculos posteriores e ainda hoje em dia na deslocalização das empresas para locais onde se consiga pagar pelos serviços de produção honorários irrisórios, mas adquirir valores exorbitantes na venda desses produtos.

Acontece que os produtos criados pelo mercado, trouxeram um efeito pernicioso, porque para vender estes bens para além dos habituais mediadores foram criados meios de divulgação e de criação da necessidade de compra destes bens, porque não eram assim tão necessários. Tiveram de criar necessidades no mercado de venda, que partem de estudos minuciosos dos hábitos do público-alvo. Nestes estudos identificam-se necessidades, medos, paixões, vícios e ambições que determinam o direccionamento das respostas que os produtos passarão a dar (respostas verdadeiras, aproximadas ou fictícias). Acontece que esta ciência chamada de “propaganda”, “publicidade” ou mais fino de “marketing” vive da especulação e é também mais uma faixa de mediação.

Se produzimos uma maçã por cada uma delas temos um produtor, um formador do produtor para que a maçã seja produzida em conformidade com as regras e leis em vigor, um inspector da produção da maçã, um transformador da maçã num produto atractivo, um criador da necessidade de venda da maçã , um mediador de venda e só então finalmente um comprador dessa maçã. Ou seja o lucro de venda da maçã é repartido por esta gente toda, em partes desiguais obviamente. O produtor pertence sempre a uma faixa de trabalho que recebe menos. Esta descontente começa a extinguir-se e a produzir menos. Daí que o valor do dinheiro torna-se inferior porque por uma maça temos de pagar o trabalho a esta gente toda e porque a maça passou a ser um bem raro, porque se deixou de produzir em grandes quantidades.

Falta introduzir a questão dos que emprestam dinheiro a todos estes agentes acima identificados, porque estes então vivem do disparate do dinheiro passar a valer menos virtualmente, porque assim para pagarmos por 100 euros emprestados há 10 anos temos de pagar com juros as perdas de valor desse dinheiro. Ou seja a entidade que emprestou o dinheiro ganha muito mais do que 100 euros.

Muito simples, acho que qualquer criança percebia porque vivemos assim hoje em dia.

12.7.10

9.7.10

Made in Portugal from NY

Parabéns amiga, grandes mundos esses que tu crias. Muitas felicidades.

8.7.10

(...) com litros de sangria de espumante















Eu podia querer melhor, podia...mas já não sabia a silly season!

7.7.10

crescimento (des)económico


















Posso não ser economista, mas quem não vê isto é porque está "tapadinho".
Os responsáveis, quem são?

1.7.10

surpreendente

E quando já não se esperam respostas... ou feedback... surpreendentemente elas aparecem.

keep on rolling

(...)no words(...)no answer back(...)

28.6.10

matriz

Dos sonhos/pesadelos que se materializam.
Resta saber se será sempre assim...

O que é preciso?

Litros, litros ... para combater o calor.

Walk on your own shoes

Pela primeira vez ouvi a expressão em português "Se eu estivesse nos teus sapatos(...)".

Burka do anonimato

O problema do primeiro tipo de anónimo é que é sempre identificado como não sendo quem é. Logo o objectivo de se fazer notar é inglório. Esqueça ninguém está a pensar em si...

O problema do segundo anónimo é que é sempre identificado, pela previsibilidade do acto. Logo o objectivo de se fazer notar sem ser identificado é inglório, porque já se fez notar.

O problema do terceiro anónimo é que é sempre identificado, por ainda permanecer na memória. Logo neste caso o objectivo coincide mais com o acto. Embora não lhes sirva de muito, ao anónimo porque nunca sairá desse estatuto e ao "ameaçado" ou "contactado" porque nunca terá a certeza de quem é o anónimo e pensará que está a enlouquecer.

O anonimato serve mesmo para quê?

o silêncio

É um mudo palavroso.

25.6.10

Direito a considerar um direito não coincidente com uma obrigação

http://marsalgado.blogspot.com/2010/06/temos-de-comecar-partir-louca-tenho-uma.html

Ter direito à educação, à saúde (ou a assistência médica) e à informação, não constitui uma obrigação. Espero...

27.5.10

Qualidade de vida em Lisboa é a 45.ª melhor do mundo, acima de Roma e Nova Iorque

Estabilidade política, bons serviços bancários, liberdade de expressão sem entraves, serviços de saúde adequados e bens de consumo à mão de semear. Graças à soma de todos estes factores e mais alguns, Lisboa arrebatou o posto da 45.ª cidade com maior qualidade de vida a nível mundial no ranking de 221 cidades elaborado pela consultora Mercer, e que é divulgado hoje.

in jornal "O Público"

Entrevistaram quem? Os Turistas que se passseiam na baixa? Os meninos que saem para o bairro de quinta a sábado à noite? Os bancos?

Esperem foi o Sócrates que fez o estudo...

18.5.10

signo português

Sensibilidade e bom senso fazem parte da natureza do signo de Peixes. É a antítese de um alpinistas social. Poder, dinheiro e liderança não o atraem. Tem um conhecimento intuitivo do passado e mantém-se indiferente relativamente ao futuro. Não gosta de estar confinado a um lugar. Precisa de uma profissão que implique movimento. É afável, indolente e fica indiferente a insultos, recriminações e à opinião de terceiros. Quase nada o faz reagir violentamente, o que não significa que seja amorfo, quando se irrita pode ser bastante cáustico. É um eterno romântico...


afinal explica muita coisa...

Da crise

17.5.10

Ricos pobres

Hedonismo geracional

Trintões

Os trintões dos anos 80 eram muito mais velhos e responsáveis que os trintões de hoje. Se calhar não tinham de passar recibos verdes ao final do mês...

Anulação

Adiar a vida para a próxima geração.

14.5.10

Plano de emergência




Qual foi o desgraçado que engendrou esta bola azul,verde e amarela por dentro? Sim quem foi ?
Era só para avisar que se o desgraçado tivesse metido este "projecto" de planeta hoje em dia não havia nenhuma autarquia que o aprovasse. Ó caro amigo, que deves é ser desenhador e dos rascas, onde está a parafernália de sinalização e equipamento para casos de emergência.
Para onde podemos escapar?

6.5.10

30 para cima

Ontem estava abaixo da barreira psicológica da "cotice", hoje dou início à descida alucinante da montanha russa dos vinte anos.
Dou as boas vindas a mim própria à idade que deu origem à triste série que passava no fim dos anos oitenta, "Os Trintões".

26.4.10

Terra incerta

E se a terra tremer e ficarmos num deserto de escombros
E se de repente dependermos daqueles que nos pedem ajuda mas nunca ajudámos
E se precisarmos de quem não conhecemos
E se precisarmos da ajuda de quem desprezámos